Marx e Engels discordam da tradição idealista propondo que o ponto de partida do estudo da história não são as ideias abstratas ou religiosas,mas sim os indivíduos reais e as suas acções e condições materiais de existência.
Não se refere a um sentido "objetivamente válido" ou verdadeiro em termos metafísicos, o que diferencia a Sociologia e a História de disciplinas normativas como a Jurisprudência ou a Ética.
Referencia-se ao sentido real de um ator específico em dada situação ou à construção conceitual de um "tipo ideal".
Toda interpretação de sentido funciona como uma hipótese plausível.
A verificação final exige confrontar a análise motivacional com o curso real dos acontecimentos por meio de dados históricos ou estatísticos.
Paulina Guilherme Sebastião - 1 ano de Direito Matutino
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