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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Reforma no pensamento humano

       Precursores da filosofia positiva, Descartes e Bacon tiveram sua “revolução intelectual” concluída através do positivismo de Augusto Comte, no qual estava presente a “física social”, uma nova ciência que estudaria e mudaria as estruturas sociais visando o desenvolvimento da humanidade.
       Para Comte, o conhecimento passava por três estágios: o primeiro era o teológico, no qual se investigava a natureza íntima dos seres e as causas primeiras e finais que os afetavam, as quais eram explicadas através da ação de agentes sobrenaturais; o segundo estágio era o metafísico, no qual os fenômenos eram explicados através de forças abstratas ou entidades, ao invés de agentes sobrenaturais, e o terceiro estágio era o positivo, que reconhecia a impossibilidade de se obter o conhecimento absoluto das causas, e por isso, preocupou-se com as leis efetivas e a ligação que havia entre os fenômenos e suas relações invariáveis.
       O rompimento com a religiosidade e o misticismo era necessário, como se pode notar na proposta positivista de se realizar uma reforma na educação europeia, pois a ciência, por ser o único conhecimento possível e válido, deveria ser estendida a todas as atividades humanas, tanto individuais como sociais; as últimas consideradas de extrema importância, visto que, para a experiência positiva, a ideia de felicidade está relacionada ao bem público.
      Além disso, nota-se grande influência do positivismo no Brasil, desde obras literárias, como por exemplo, a obra “os Sertões”, de Euclides da Cunha, até mesmo no Direito, no qual se encontra o positivismo jurídico. E, dessa forma, torna-se nítida sua importância, visto que rege a sociedade até os dias atuais. 

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