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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Meu ou dele?



Entre inúmeras propagandas, notícias, imagens... encontramos um dos temas mais debatidos durante o final do século XX e começo do século XXI: “Ambiente e Sustentabilidade”. Além desse tema, aglomera-se com ele o Direito. E a discussão sobre como cuidar do Ambiente e manter-se no Progresso ainda está longe de um desfecho.

Reciclar, jogar lixo no lixo, poupar energia, evitar o despedício... o que a gente faz pra ajudar? Talvez, muitas vezes, pensamos que não adianta fazer o correto perante ao Ambiente sendo que o vizinho não faz, mas essa mentalidade pode ser por vezes egoísta ou egocentrica e não levará a um “final feliz”.

O tão esperado (ou não) 20 de dezembro de 2012 se adiantou e todas as catástrofes não aconteceram e acontecem por mero “capricho” natural, há algo de errado. A descrença, a despreocupação, a correria, tudo faz com que o homem não repare no que ocorre a sua volta. Lixos espaciais, literalmente, caindo do céu já estão virando praxe. E a mentalidade gira em torno de que “enquanto isso não ocorre comigo, tudo bem!”.

A grandeza do homem e essa vontade de ser cada vez maior impregnada à mente define um ser cada vez mais desumano. Ai, confunde-se, mais uma vez, o público e o privado. Mansões, hotéis e resorts contruídos em áreas de preservação ambiental. O que a União faz? Nada. Espera construir pra fechar o local e mandar implodir. Sábia decisão. Quanto dinheiro jogado fora, quantas árvores cortadas e jogadas fora, quanta paciência pra esperar... Em 31 de julho de 2011, o programa da Globo – Fantástico – tratou sobre o assunto em uma de suas reportagens (http://www.youtube.com/watch?v=jDqfb30zrGI).

Nessas horas, a sensação de impotência é inevitável e a revolta é ainda maior. A avareza tomou conta de parte da população e, infelizmente, isso parece ter se tornado irreversível. Não há um limite. Leis são criadas, mas deixadas de lado. Não se lembram delas e nem fazem questão de lembra-las. As Conferências e os Protocolos assinados também de nada adiantam, acordos nunca são fechados e promessas nunca são cumpridas. As grandes potências mundiais se sentem superiores e não abrem mão de seu precioso desenvolvimento, podem morrer com isso, mas morrerão felizes. Mas é irônico pensar que tragédias ocorrem na maioria das vezes em locais muito diferentes e com pessoas que nada têm a ver com a vontade de desenvolvimento.

Posso estar sendo radical, mas parece que o ser que se define o único ser pensante da Terra e - de maneira prepotente - do Universo, simplesmente, não pensa.

Esquecimento! O homem NÃO é o dono do Mundo, é parte dele.

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