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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

A Razão na Terra-Média


A história d’O Senhos Aneis é narrada sob a perspectiva de Frodo Bolseiro, um hobbit do Condado, entretando Frodo, assim como seu tio Bilbo fora, foi altamente influenciado pelas ideias de Gandalf, sem constestá-las e tomando-as como verdade absoluta.
Contudo, Gandalf, na verdade, era um conservador, que ia contra o desenvolvimento da científico na Terra-Média. Na medida em que a sociedade Uruk-Hai, se desenvolvia, em Isengard, em torno da racionalidade, do pensamento neutro e da ciência como forma de intervenção, liderados por Saruman, que seguia a linha de raciocínio dos magos Descartes e Bacon. Essa nova sociedade já desenvolvia uma indústria própria, aprimorava em todos os aspectos as qualidades de sua população, a um baixo custo de se queimar poucos hectares da floresta de Fangorn.
Contrário a esse desenvolvimento racional e à universalização, Gandalf, além de convocar o conselho dos Ents, o grupo mais conservador da Terra-Média, para destruir Isengard, ainda traz um novo ídolo, Aragorn, cujo objetivo influenciar e subverter o pensamento dos homens.
Outrossim, o reino de Rohan, que, em princípio, estava aliado a Isengard, tendo acordado um tratado de livre circulação de pessoas, não conseguiu escapar das garras de Gandalf, que retirou a razão de Theóden e, com ajuda das cavaleiros de Éomer, destrói o exército Uruk-Hai que fora convocado para salvar o reino aliado.
Dessa forma, enquanto as forças de Sauron e Saruman buscam o Um Anel, que simboliza, a razão, a busca da verdade e da universalização; Gandalf faz de tudo para destruí-lo e ao conseguir, impede o desenvolvimento da Terra-Média. Assim, sob dominio de Aragorn, inicia-se uma era de convicções e sem questionamentos, são tempos sombrios em Endor.

Renan Jorge Neves
1º ano - Direito - Noturno

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