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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

A igreja como fato social

Durkheim nos mostra o que são fatos sociais, os quais se definem como formas de agir,  pensar e de sentir que se generalizam, isso é, se repetem em todos os membros de uma sociedade ou de uma comunidade específica, tendo ainda uma capacidade coercitiva e de externalização do indivíduo.
Tendo isso em mente, me vem um fato social de extrema importância e abrangência em nosso país: a igreja e sua doutrinação. Eis então este que é responsável por ideais e valores de grande parte de nossa sociedade, não apenas redigindo o modo de pensar, mas vem ganhando amplitudes ainda maiores através da política, que, já antes com influencia da igreja, hoje em dia estamos com uma dificuldade ainda maior de abrir horizontes e se livrar desse estigma, que, além mandar no comportamento e pensamentos, rege tantas decisões no plenário.
Para Durkheim, a resistência para a desconstrução dessas doutrinas está mais que correto, pois para ele, fatos sociais estão aí para serem mantidos, pois garantes a ordem da sociedade, e ainda, tudo que foge disso é considerado patológico. Ou seja, a nossa busca incessante por mudanças políticas e ideais que fujam daqueles impostos pela igreja seria totalmente patológico.
Durkheim não se interessa pelas causas finais que isso implica, mas sim que, em um contexto abrangente da sociedade, isso funciona relacionando-se com outros fatos sociais, e é isso que importa.

Portanto, estes diversos fatos sociais os quais são inseridos de forma que nem percebemos nos deixar manipular, são para este sociólogo, o que mantém a sociedade viva e garantem a sua ordem, por isso devem estar intactos e sempre lá.

Isabella Martins Montoia - 1° ano Direito noturno

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